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Atividade no vulcão chileno segue, mas risco para aviação no Brasil diminui .

Atividade no vulcão chileno segue, mas risco para aviação no Brasil diminui

O risco da aviação brasileira enfrentar problemas em decorrência das cinzas expelidas pelo vulcão Puyehue deve ser menor na próxima semana. De acordo com a MetSul Meteorologia, a previsão para os próximos cinco dias é que as correntes de vento no Centro-Sul da América ocorram de Oeste para Leste, o que manterá as cinzas no espaço aéreo argentino, reduzindo o risco de transtornos no território brasileiro. • Leia todas as notícias sobre a erupção do vulcão Puyehue• Nuvem de cinzas se concentra apenas no RS, aponta FABNesta sexta-feira, o serviço geológico do Chile tem dificuldades de identificar a quantidade de cinzas emanadas e a altura delas na área da erupção, por conta da instabilidade no Sul do país. Não está descartada a possibilidade de atividade igual ou superior a do último fim de semana, quando a erupção começou. Nessa quinta-feira, o número de tremores de terra na região cresceu em relação ao dia anterior. De acordo com a Força Aérea Brasileira, a nuvem de cinzas viaja a uma velocidade aproximada de 80 km/h. Hoje, após seis dias da erupção, elas alcançaram a Ilha da Tasmânia, no Sul da Austrália, após cruzarem os oceanos Atlânico e Índico. Aeroporto Salgado Filho volta a operarA Infraero confirmou as duas primeiras partidas do Aeroporto Internacional Salgado Filho. O voo da Gol 1279, com destino a Congonhas, em São Paulo, decolará de Porto Alegre às 17h15min. Cinco minutos depois, a Gol tem outra partida, com destino ao Galeão, com escalas em Curitiba e Campinas. A TAM realizará suas primeiras partidas a partir das 17h45min, com o voo 3072, cujo destino é Brasília. Outras três operações de decolagem da companhia estão confirmadas antes das 19h. Conforme a TAM, todos os voos estão cheios para hoje. A Gol também tem duas chegadas confirmadas para Porto Alegre. Os voos 1272 e 1789 pousam na Capital às 16h45min e 16h50min, respectivamente. Ambos são oriundos de São Paulo, o primeiro saiu de Congonhas e o segundo, de Guarulhos. Já a TAM tem quatro operações desse tipo que estão confirmadas em Porto Alegre. Os pousos da TAM ocorrem entre 17h25min e 17h45min. Os demais estão com horários previstos.

Ministra promete vir ao Maranhão e quilombolas encerram greve de फोमे.

Ministra promete vir ao Maranhão e quilombolas encerram greve de fome
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11 de junho de 2011 às 09:46
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POR OSWALDO VIVIANI

A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, comprometeu-se ontem a vir ao Maranhão no próximo dia 22 para participar pessoalmente de reuniões com representantes de comunidades quilombolas do estado, com a finalidade de agilizar a regularização das terras ocupadas pelos lavradores e propor soluções para deter os frequentes episódios de violência envolvendo líderes dos assentamentos.

Com a promessa de Maria do Rosário – que deve vir ao Maranhão acompanhada da ministra de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Helena de Bairros –, os cerca de 20 representantes dos quilombolas ameaçados de morte que faziam greve de fome na sede do Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra) desde o final da manhã de quinta-feira (9) decidiram encerrar o protesto no final da tarde de ontem.

O padre Inaldo Serejo, coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) – que também estava em greve de fome – disse ao Jornal Pequeno que os cerca de 150 trabalhadores rurais que ocupam a sede do Incra desde o último dia 3 devem deixar o local entre hoje e amanhã.

Segundo o religioso, os quilombolas obtiveram de autoridades estaduais a promessa de que terão escolta policial para voltar aos seus povoados. O padre Ivaldo afirmou ao JP que homens de aparência suspeita estiveram na sede do Incra nos últimos dias fazendo perguntas sobre os lavradores aos seguranças do local.

FHC: Dilma não é responsável pela crise com Palocci.


O ex-presidente durante lançamento do documentário Quebrando o Tabu, que aborda a descriminalização da maconha
Foto: Eladio Machado/Terra

No evento de comemoração de seus 80 anos, na sexta-feira, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou que a presidente Dilma Rousseff não é responsável pela crise que resultou na demissão do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci. "Seria melhor não ter perdido (o ministro), mas a presidente não é responsável por isso", afirmou. Questionado sobre a escolha da senadora Ideli Salvatti (PT-SC) para a Secretaria das Relações Institucionais, FHC disse não conhecê-la o suficiente. "É cedo para julgar. Eu fui presidente e sei como é isso. A gente tem de esperar que as coisas aconteçam. Eu ficava muito irritado quando julgavam as minhas intenções, o que pretendia fazer. Vamos esperar um pouco." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, que foi titular da pasta da Justiça no governo FHC, foi emissário de uma carta de Dilma ao tucano. O teor não foi revelado. O ex-presidente também criticou a manutenção do ex-ativista italiano Cesare Battisti no Brasil, e disse que o principal desafio das instituições tradicionais é fazer com que a sociedade volte a se entusiasmar com a política. "Temos eleições, voto, mas a gente precisa mais do que isso", afirmou, ao analisar as relações da sociedade com os políticos. "Hoje, sobretudo a juventude, ela se comunica diretamente, salta instituições, mas as instituições são necessárias." Defensor da descriminalização da maconha, Fernando Henrique disse que não está preocupado com a falta de apoio público de seu partido à bandeira que tem levantado. "Não é uma questão partidária. Acho até bom que isso não seja discutido pelos partidos, mas pela sociedade", disse.

Governos fazem ‘mutirão’ para combater violência rural no Pará!


Os assassinatos no campo, a proteção das pessoas ameaçadas de morte e os crimes ambientais contra a floresta amazônica terão resposta dos governos federal e do Pará, segundo ficou definido nesta quinta-feira, 9, durante reunião em Belém entre o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o governador Simão Jatene (PSDB), a secretária dos Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, além da secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki. Para Cardozo e Jatene, o “mutirão” para reduzir a violência no campo só dará certo se houver trabalho integrado entre a União, Estado e municípios onde os conflitos são mais intensos.

Cardozo disse que o Ministério da Justiça, por intermédio da Força Nacional, irá deslocar delegados e agentes policiais para que sob comando da Secretaria de Segurança estadual possa agilizar os inquéritos e “produzir resultado no combate à impunidade”. Na avaliação dele, houve uma identidade de compreensão do problema entre os governos estadual e federal e nessa linha foi decidido trilhar alguns caminhos comuns. Segundo Cardozo, a postura da presidente Dilma é a de respeitar sempre a autonomia dos estados.

“Esse encontro é resultado de uma reunião entre a presidente Dilma Rousseff e o governador Simão Jatene, no último dia 3, na qual decidimos essa visita e o governador tem mostrado muita boa vontade da perspectiva dessa integração”, resumiu o ministro. Segundo Jatene, a disposição e a proporção de uma ação integrada e coletiva “é o que há de novo nesse momento em que volta o debate em torno da questão de conflitos no campo”.

O governador declarou que estava satisfeito com o resultado da reunião, realizada no Palácio dos Despachos, sede do governo paraense. Para Jatene, houve “profunda identidade”, não apenas na avaliação, mas também nas propostas conjuntas de encaminhamento de ações contra a violência no campo, na eliminação do passivo de inquéritos policiais de homicídios no Estado, além da realização de estudo para ampliação do sistema carcerário do Pará.

A secretária dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, informou que um plano de proteção para as pessoas que estão “marcadas” para morrer será realizado juntamente com a secretaria de Segurança Pública do Estado. “Até em casos mais graves, que a pessoa necessite de escolta, ela terá”, disse Maria do Rosário. Hoje, no Pará, 28 pessoas de uma lista atualizada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) estariam na mira de fazendeiros e madeireiros. Entre os ameaçados há sindicalistas, lideranças de assentamento e lavradores que denunciam grilagem de terras e extração ilegal de madeira.

Força Nacional. Cerca de 100 homens da Força Nacional de Segurança, formada pelas polícias Federal e Rodoviária Federal, além das Forças Armadas, já estão atuando em Marabá e Santarém, no Pará. Os comandantes evitam fornecer detalhes aos jornalistas do trabalho que irão realizar e não divulgam os locais das operações.

No sudeste paraense, porém, é certo que a Força fará neste fim de semana uma varredura no assentamento Praialta Piranheira, em Nova Ipixuna, onde no dia 24 de maio passado foi morto a tiros o casal de ambientalistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo. Na área do assentamento vivem pelo menos oito pessoas ameaçadas de morte por lutarem contra a retirada de madeira de seus lotes por empresas de Nova Ipixuna.

Em Santarém, oeste do Estado, 40 homens da Força começaram nesta quinta a operação denominada “Proteção à Vida”. Embora o comando da tropa não confirme a informação, o alvo é a gleba Nova Olinda, de 450 mil hectares, onde nos últimos cinco anos se trava uma luta entre fazendeiros, madeireiros e comunidades tradicionais ameaçadas de expulsão por grupos armados.

A área foi titulada pelo Instituto de Terras do Pará (Iterpa) em favor das famílias que há décadas vivem na região. A floresta, rica em madeira nobre, desperta a cobiça de empresas madeireiras e pecuaristas interessados na criação de gado. Pistoleiros armados controlam estradas de acesso à gleba, uma das maiores da Amazônia