Agno Silva
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novembro 09, 2011
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Os R$ 500 bilhões de investimento do Grupo Suzano e os novos empreendimentos no Maranhão
Em Chapadinha, a Suzano Energia Renovável investirá R$ 1 bilhão na construção de um complexo produtor de pellets de biomassa. A fábrica terá capacidade para produzir 2 milhões de toneladas/ano, e criará 2 mil empregos diretos e oito mil indiretos.
Na área de siderurgia, dois investimentos estão em andamento: um do grupo Ferroeste/Gusa Nordeste em Açailândia e outro do grupo Dimensão em São LuÃs. O investimento de instalação de uma aciaria em Açailândia foi anunciado pelo presidente do grupo Ferroeste, Ricardo Nascimento, há dois anos, e as obras estão bastante adiantadas.
O grupo Ferroeste está investindo R$ 610 milhões no projeto da aciaria e laminação de aços longos, que produzirá na primeira fase 500 mil toneladas/ano de tarugos. Na etapa de instalação, o projeto criará mil empregos diretos e outros mil serão criados quando entrar em operação.
Também acreditando nesse momento de crescimento do Maranhão, o grupo Dimensão, empresa do setor de construção, ampliou suas atividades para a área de aciaria. Está construindo no Distrito Industrial de São LuÃs uma indústria de aços planos orçada em R$ 160 milhões. O empreendimento, que abrange uma área de 170 mil metros quadrados, produzirá 240 mil toneladas de derivados de aço (perfis, tubos, chapas) por ano quando entrar em operação em 2012.
Cimento – também no Distrito Industrial de São LuÃs estão se instalando duas grandes fábricas de cimento e uma terceira já está em negociação. Os dois primeiros projetos já assegurados representam investimentos de R$ 100 milhões. São exemplos de projetos atraÃdos pelo Maranhão após o Painel Empresarial.
O grupo Votorantim, um dos maiores fabricantes de cimento do paÃs, está construindo uma indústria em São LuÃs, orçada em R$ 80 milhões e com capacidade para produzir 750 mil toneladas/ano. As obras tiveram inÃcio este ano.
Já a indústria Ãtalo-brasileira de Cimentos aguarda licenciamento ambiental para iniciar as obras de construção de uma fábrica no Distrito Industrial de São LuÃs, orçada em R$ 20 milhões. A unidade, que vai produzir 350 mil toneladas/ano de cimento, criará 150 empregos diretos na construção e 50 indiretos na operação.
Agno Silva
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novembro 09, 2011
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O Maranhão é um dos 23 estados a aderirem voluntariamente ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). O termo de adesão foi assinado na noite da última
Sistema Nacional_de_Segurana_Alimentarsegunda-feira (7) pelo governador em exercÃcio, Washington Luiz Oliveira, na abertura da 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, realizada no Centro de Convenções de Salvador (BA).
Ao aderir ao Sisan, o Maranhão dará sua contribuição ao paÃs na implementação de polÃticas públicas para garantia de alimentação adequada para milhões de brasileiros em situação de extrema pobreza. “O Governo do Maranhão está unido ao Governo Federal e demais Estados nessa grande luta, que é de todos os brasileiros”, declarou o governador em exercÃcio.
Segundo Washington Luiz, que estava acompanhado do secretário de Desenvolvimento Social, Francisco Gomes, o Governo do Estado cumpriu todas as metas e critérios estabelecidos pelo Governo Federal para aderir ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.
Ele informou que o Governo, nesse esforço contra a insegurança alimentar, está elaborando um importante Programa de Erradicação da Pobreza, voltado especialmente para o meio rural, que entre outras propostas, prevê ações inclusivas, ampliando o acesso aos diversos serviços sociais, à cidadania, capacitação e qualificação profissional, o que promoverá a geração de emprego e renda e a consequente elevação da renda familiar per capita.
O secretário Francisco Gomes destacou o empenho do Governo do Estado em cumprir todos os requisitos para que o Maranhão aderisse ao Sisan. Citou como algumas das metas cumpridas a elaboração do Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional e a instalação da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional.
Para garantir a segurança alimentar e nutricional a milhares de famÃlias maranhenses, o Governo do Estado está articulando com a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a inserção dos 217 municÃpios maranhenses em programas de água. “A água em um bem essencial que queremos garantir ao consumo humano, mas também para a produção de alimentos”, disse o secretário.
O presidente do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea/MA), Miércio Robert, afirmou que a adesão do Maranhão ao Sisan é um grande avanço, além de simbolizar o comprometimento do Estado em melhorar os Ãndices de segurança alimentar e nutricional. Ele acompanhou a delegação maranhense que participa da Conferência.
Já o presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Renato Maluf, ressaltou o interesse demonstrado por 23 estados brasileiros, dentre os quais o Maranhão, em declarar adesão ao Sisan. “Estamos coroando um amplo processo com a participação de mais de 75 mil pessoas, de mais de três mil municÃpios do paÃs. Essa mobilização reúne 1,6 mil delegados e cerca de 400 convidados”, observou.
4ª Conferência
A 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que acontece até esta quinta-feira (10), reúne mais de 2 mil participantes, entre autoridades, pesquisadores, estudiosos, delegados, convidados e 160 observadores internacionais, que representam 50 paÃses de cinco continentes.
Tendo como tema central “Alimentação Adequada e Saudável: direito de todos”, a Conferência é promovida pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), o encontro resultará num pacto pela soberania e segurança alimentar e pela promoção do direito humano à alimentação adequada no Brasil.
Participaram da abertura da Conferência, os ministros Tereza Campello (MDS), Luiz Sérgio Oliveira (Pesca e Aquicultura), Maria do Rosário Nunes (Direitos Humanos), Luiza Barrios (Igualdade Racial) e Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário), além do diretor geral do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano, e o governador da Bahia, Jacques Wagner.
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