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Zé Gomes, novo prefeito de Buriticupu/Ma


Zé Gomes ainda espera o Primo abrir as portas da administração para equipe de transição

Tudo leva a crer que Zé Gomes receberá o município endividado. Segundo informações, só para a CEMAR, o débito ultrapassa 1,6 MILHÕES DE REAIS!

Buriticupu – Desde que venceu a eleição do último dia 07 de outubro, o prefeito eleito de Buriticupu José Gomes Rodrigues, o “Zé Gomes”, aguarda o atual prefeito Antonio Marcos de Oliveira, o “Primo”,abri as portas da administração para que possa ser iniciada a transição de governo.
O Que se comenta a “bocas miúdas” na cidade é que o atual gestor que não conseguiu eleger seu sucessor, por ser uma pessoa de difícil relacionamento, não irá permitir que haja transição de governo, a não ser que a justiça obrigue.

O que a equipe de transição do prefeito eleito quer é simplesmente ter acesso as pastas da administração para que através de um levantamento possa situara-se da real situação do município, uma vez que os comentários são de que o mesmo está endividado.

Segundo informações, só para a companhia energética do maranhão (CEMAR), o município deve mais de 1,6 milhões, débito contraído pelo o atual gestor Antônio Marcos de Oliveira, o “Primo”, que até agora não disse se vai pagar a divida ou não.

A suspensão do fornecimento de energia elétrica de alguns setores da administração vem causando grandes transtornos e prejuízos incalculáveis para a população, um exemplo claro é o caso de toda a comunidade da Vila Primo, bairro que leva o nome do prefeito, onde os moradores a dias estão sem água porque a energia do poço foi cortada. 

A situação da energia é um exemplo, segundo informações os problemas vão alem. Tentamos fazer contato com alguém da prefeitura para saber quando irão resolver os problemas e se vão resolver, mas sem sucesso, pois a prefeitura não tem assessoria de comunicação.


Por Antônio Marcos

Professora demitida por divulgar foto de sala inundada volta ao trabalho


Uiliene Santa Rosa disse ter registrado imagens por não concordar com 'situação degradante' vivida pela turma


Foto: Arquivo pessoal
Imagens mostram alunos tendo que usar guarda-chuvas dentro da sala de aula de escola em Imperatriz
Imagens mostram alunos tendo que usar guarda-chuvas dentro da sala de aula de escola em Imperatriz
Uma professora da rede municipal de Imperatriz (MA) que foi demitida após publicar fotos de uma sala de aula no Facebook poderá voltar ao trabalho.
Uiliene Santa Rosa, 24, havia postado no feriado de 12 de outubro imagens de alunos usando guarda-chuva enquanto faziam prova, por causa de goteiras, na escola Guilherme Dourado.
A Secretaria Municipal de Educação decidiu demiti-la na semana passada, ao constatar a publicação. Após a repercussão do caso, porém, a prefeitura da cidade anunciou ontem que revogaria a decisão.
Uiliene disse que decidiu divulgar as imagens por não concordar com a "situação degradante" vivida por uma turma do 7º ano.
Dias depois, recebeu a notícia de que não fazia mais parte do quadro docente, por "não se enquadrar na postura da escola".
A professora de história lecionava na escola desde o início do ano, com contratação temporária. O contrato valia até o fim do ano.
Segundo ela, outras salas têm goteiras, rachaduras na parede e instalações precárias. A escola funciona em um prédio alugado pela administração municipal.
Segundo a prefeitura, o problema das goteiras foi solucionado antes da demissão da professora. O prefeito Sebastião Madeira (PSDB) afirmou que a demissão foi "afobada", por isso determinou processo de apuração dos fatos.
Mesmo com o retorno ao trabalho, a professora diz que vai cobrar na Justiça indenização por danos morais. "Eu me senti muito mal. A revogação [da demissão] é a prova de que eles haviam abusado do poder."

102 trabalhadores são resgatados de fazendas


O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), através do Grupo Especial de Operação Móvel, e Polícia Rodoviária Federal (PRF) resgataram, no último dia 25, 102 trabalhadores que estavam trabalhando em situações precárias, o que caracteriza análoga a de escravo. Os homens estavam em duas fazendas situadas na zona rural de Darcinópolis.

De acordo com Humberto Célio Pereira, coordenador do Grupo Especial de Operação Móvel, os trabalhadores estavam em situação degradante de saúde e de vida. “Eles não tinham condições mínimas de higiene, não tinham energia, água potável, banheiros, área de vivência, transporte adequado, nem equipamentos de proteção individual necessários para o tipo de trabalho que estavam desenvolvendo”, ressaltou.

O coordenador disse que na primeira fazenda, Vale do Canoa III, de propriedade da Siderúrgica Viena de Açailândia (MA), os homens trabalhavam no corte de eucalipto e na produção de carvão. “Eram 88 trabalhadores, a maioria dos estados do Maranhão e Pará”, explicou.
Pereira disse que na outra fazenda, Buriti, da proprietária Úrsula Zinnerli Johansen foram encontrados 14 homens, responsáveis pelo corte de madeira para abastecer fornos de caldeiras em frigoríficos e laticínios de Araguaína.

Os trabalhadores da Fazenda Vale da Canoa III devem receber uma verba indenizatória no valor de R$ 210 mil; da Fazenda Buriti, a verba será de R$ 37 mil. Todos vão ter os contratos rescindidos e vão receber seguro desemprego, informou Pereira.

O coordenador explicou que tanto a siderúrgica quanto a proprietária da outra fazenda já foram autuados e vão ser acionados civilmente pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) junto à Justiça do Trabalho e criminalmente pelo Ministério Público Federal (MPF), junto à Justiça Federal.

Reunião


Os trabalhadores devem se reunir nesta quarta-feira, 31, às 10 horas, na Câmara de Vereadores de Darcinópolis, com representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e do Ministério Público Federal (MPF). A reunião contará com a presença do superintendente regional do Incra no Tocantins, Ruberval Gomes da Silva. “A intenção é cadastrar estas famílias para que futuramente sejam beneficiadas pela Reforma Agrária, e passem de empregados para empreendedores”, disse Silva.
Foto: ReproduçãoFonte: ONG Repórter Brasil/Folha do Bico