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Noivo morre ao cair com copo no bolso em casamento


RIO — O casamento do sargento da Marinha Fábio Gefferson dos Santos Maciel, de 33 anos, durou menos de seis horas. Ele ouviu o “sim” da noiva por volta das 20h30m de domingo, no Clube Nautilus, na Ilha do Governador, diante de cerca de 200 convidados. Ao sair da festa, correu, brincando com uma das madrinhas, e tropeçou. Uma tulipa, guardada no seu bolso esquerdo, quebrou e fez um corte na veia femural. O sargento não resistiu ao ferimento e morreu às 2h16m da madrugada desta segunda-feira, a caminho do Hospital Paulino Werneck, também na Ilha.
Fábio planejava o casamento desde o começo do ano, quando começou a construir uma casa na Ilha, para morar com a noiva. A obra ficou pronta há uma semana. Familiares dele vieram de Manaus, de avião, só para assistir à cerimônia.
‘Só quero o meu marido de volta’, diz viúva de sargento
A viúva do sargento ainda está em estado de choque.
— Ela só chora e fala: “Só quero o meu marido de volta”. Ninguém está acreditando no que aconteceu e na forma como ele morreu — lamentou a advogada Fabiana Sena, de 31 anos, amiga do casal.
A data do casamento foi anunciada pelo noivo com cinco meses de antecedência. O sargento fez um convite informal a amigos no mesmo dia em que criou o perfil numa rede social da internet. “gente vou casar dia 18 de novembro de 2012…..em breve estarão sendo convidados formalmente….”, publicou.
O corpo dele será levado num voo pago pela Marinha para Manaus, cidade onde moram os familiares dele. Fabio deve ser enterrado na quarta-feira.

Do Globo – Rio

Documentário filma cobra engolindo jacaré vivo. Veja o vídeo!



A expressão “engolir vivo” fez muito sentido no vídeo abaixo. Nele, uma Pinton-real (Python regius), ou Python Ball devora um jacaré vivo e o mais incrível, ela sai andando com ele ainda se mexendo dentro do animal.

As cenas são realmente impressionantes e pode ser considerada forte para muitos. Por tanto, se você tem problemas em ver esse tipo de imagens, são aperte o play.
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Alternativas econômicas para o campo em Buriticupu (MA)

Estudantes, Comunidades Rurais E Instituições Públicas Discutem Sobre Alternativas Econômicas Para O Campo Em Buriticupu (MA)

Buriticupu - Aconteceu na última sexta-feira (16/11) o I Seminário “O Buriticupu que queremos: desenvolvimento no campo com sustentabilidade local”. O evento ocorreu durante todo o dia no auditório do Instituto Federal do Maranhão - IFMA, campus de Buriticupu. 
Estiveram representadas instituições como o Conselho Estadual de Segurança Alimentar, a Casa Familiar Rural de Buriticupu, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município, o Movimento Sem Terra do Maranhão, a Câmara Municipal dos Vereadores, a Secretaria Municipal de Agricultura, a equipe de transição da nova administração municipal e IFMA. O auditório do Instituto ficou cheio de estudantes das áreas de agro ecologia e agronomia, além de contar com a participação de trabalhadores rurais que residem no interior do município.

O seminário faz parte de um projeto de ação desenvolvido pela Rede Justiça nos Trilhos e Fórum de Políticas Públicas de Buriticupu que em parceria trabalham para oferecer Alternativas econômicas a nove comunidades rurais do município que são impactadas pela Estrada de Ferro Carajás (EFC). Durante o evento, as atividades desenvolvidas na região foram apresentadas desenvolverem a mesma prática ou outras ações ligadas à agricultura de forma sustentável. Segundo José Orlando, morador do povoado Vila União, desde o mês de janeiro desse ano os moradores trabalham com roças e hortas ecológicas, um trabalho diferente do que estavam acostumados a fazer, porque não há o uso de agrotóxicos e atividade de queimadas. “No início a gente não acreditava que poderia dar certo, para fazer a roça não precisava queimar nada, mas depois deu certo e hoje melhorou a nossa renda, porque vendemos o que produzimos, melhorou a saúde porque são alimentos naturais e os jovens já estão trabalhando nisso também”, relata José Orlando.

Além disso, as comunidades desenvolvem experiências produtivas de ovinocultura e suinocultura. Com o objetivo de incentivar outras comunidades a Para a pesquisadora da Universidade Federal do Maranhão - UFMA, Sislene Costa, essas alternativas econômicas vão contra o modelo de desenvolvimento que está implantado no estado do Maranhão. “No nosso estado são inúmeros os projetos ditos de desenvolvimento que estão concentrando as suas atividades na exploração dos recursos naturais, principalmente para a geração de energia e para a mineração e junto com isso está aumentando cada vez mais as áreas de mono cultivo”,enfatizou.

Buriticupu está entre os 27 municípios que são impactados pelo Programa Grande Carajás. São Regiões que tiveram as atividades agrícolas reduzidas, rios poluídos, assoreados e florestas devastadas. As alternativas econômicas desenvolvidas na área rural do município possibilitam a conservação do ambiente que restou a esses povoados impactados. “É uma forma de mostrar para o poder público que ele tem como e pode fazer”, afirmouFlávio Pereira, membro do Fórum de Políticas Públicas de Buriticupu. As comunidades que desenvolvem as atividades coordenadas pela Rede Justiça nos Trilhos e Fórum de Políticas Púbicas não recebem nenhum incentivo do município ou do estado.Na ocasião, as instituições presentes se comprometeram em estabelecer uma parceria com as entidades e ajudar no que for demandado pelas comunidades.

Rede Justiça nos Trilhos