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Acidente na BR-222 deixa um morto e 4 feridos


Na tarde de sexta-feira (22) um acidente na BR-222 deixou uma vítima fatal e 4 feridos na cidade de Itapecuru Mirim.
Um corsa preto perdeu o controle, derrapou e acabou saindo da pista, só parando dentro de um pequeno córrego às margens da BR-222, próximo ao acesso do povoado Saco Dantas, no local conhecido como “curva do S”, sentido Vargem Grande.
Isabella Eliana Araujo, de 10 anos, moradora do conjunto habitacional Miguel Laund foi transferida pra São Luís e Maria da Natividade Araujo, de 56 anos, chegou a falecer.
O condutor do veículo, Pedro Ferreira Siqueira, de 56 anos, morador do povoado Olho D’água, também foi transferido para São Luís. Todos os ocupantes são residentes em Itapecuru.
Com informações do Blog CN1

Conselho de Medicina apóia direito de aborto até 12ª semana

De acordo com o Conselho Federal de Medicina, o aborto é a quinta maior causa da morte de mulheres, com cerca de 200 mil óbitos por ano.


O Conselho Federal de Medicina – CFM decidiu defender a liberação do aborto até a 12ª semana de gestação. O órgão vai enviar à comissão do senado federal um documento sugerindo que a interrupção da gravidez até o terceiro mês possa ser feita. Eles citam como exemplo casos já ocorrentes, quando estes podem causar risco à saúde da gestante ou quando a gravidez é resultando de um estupro.
“Queremos deflagrar uma nova discussão sobre o assunto e esperamos que outros setores da sociedade se juntem a nós”, disse o presidente do CFM, Roberto D’ Ávila.
A movimentação em torno do assunto perdeu força nos últimos anos. O motivo deste enfraquecimento do tema é fruto de um compromisso da presidente Dilma Rousseff com setores religiosos. Diante da polêmica e das pressões sofridas de grupos contrários à legalização do aborto, Dilma se comprometeu a não adotar nenhuma medida para incentivar novas regras durante seu governo.
Até o momento não há sinais de que novos manifestos favoráveis ao ato possam alterar em alguma coisa na estratégia do governo. O Ministério da Saúde disse que a discussão do tema é de responsabilidade do Congresso. Segundo o conselho, a situação poderá criar duas realidades: mulheres com melhores condições econômicas irão recorrer a locais seguros para fazer a interrupção da gravidez. As que não têm recursos, a locais inseguros.

Informações de Correio do Povo