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Menina de 10 anos leva tiro e pais confundem com primeira menstruação

imagem de divulgação
Um caso curioso aconteceu em Hayward, na Califórnia (EUA). Uma menina de 10 anos passou por um susto . A garota que estava dormindo em casa, foi atingida nas nádegas por uma bala perdida e se assustou ao perceber que havia sangue no seu pijama. Sem perceber que se tratava de um tiro, os pais da garota pensaram que a menina tinha tido a primeira menstruação e deixaram a jovem ficar por cinco horas sem atendimento médico.

Segundo o "Huffington Post", a criança só foi levada ao hospital no dia seguinte, após se queixar de fortes dores. Os pais acabaram percebendo que havia um furo no colchão e descobriram que era uma marca de tiro. 
 
A menina passou por uma cirurgia para a retirada da bala, que estava alojada, e já recebeu alta. Ela já anda sozinha e se recupera em casa. O autor do disparo não foi identificado e ninguém foi preso.

Ação judicial pode retirar Facebook do ar no Brasil

Ação judicial pode retirar Facebook do ar no BrasilUma ação judicial pode retirar o Facebook do ar no Brasil. Um juiz determinou que a rede social deveria excluir algumas postagens ofensivas contra um usuário. O Facebook Brasil pediu a url e depois informou que não poderia remover porque esta ação era encargo da sede presente nos Estados Unidos e na Irlanda.

“O Juízo determinou ao Facebook que removesse os posts ofensivos, feitos contra Eudes Gondim Junior, por Luizeani Altenhofen, no dia 05/04/2013.O Facebook solicitou que o Juízo indicasse as URLs da pagina acima mencionada. O autor da ação, Eudes Gondim Junior, juntou os URLs a fls. 312 e seguintes. O Juízo reiterou a determinação para que o Facebook cumprisse a decisão exarada, no dia 12/06/2013. O Facebook, em 31/07/2013, afirmou que não é responsável pelo gerenciamento do conteúdo e da infraestrutura do site Facebook: "é importante esclarecer que o Facebook Brasil não é o responsável pelo gerenciamento e do conteúdo e da infraestrutura do Site Facebook. Essa incumbência compete a duas outras empresas distintas e autônomas, denominadas Facebook Inc. e Facebook Ireland LTD., localizados nos Estado Unidos da América e Irlanda, respectivamente", informa a ação.

O juiz, obviamente, não aceitou a resposta e estipulou um prazo de 48 horas para cumprimento da ordem. Assim sendo, em caso de descumprimento, a rede social poderia parar de operar em todo o Brasil. “Se o Facebook opera no Brasil, ele está sujeito às leis brasileiras. A afirmação, acima transcrita, torna-se ainda mais sombria se confrontada com a petição fls. 167/170, na qual o Facebook solicitava os URLs necessários para obedecer a ordem judicial. Se o Facebook solicitou os URLs, solicitou para poder remover as páginas, confessando em consequência seu poder de administração de sua própria rede social. Portanto, é de se concluir, em tese, que a petição de fls. 350/351, é ela mesma, in re ipsa, um ato de desobediência legal frontal, praticado por uma empresa recalcitrante então. O Facebook tem 48 horas de prazo para cumprir a ordem judicial, sob pena de ser retirado do ar, no país todo, porque, ao desobedecer uma ordem judicial, afronta o sistema legal de todo um país”, conclui.

Uma nova atualização, porém, descreve uma audiência de instrução e julgamento marcada para o dia 06/11/2013. Vamos aguardar para obtermos novos detalhes deste processo.
 

Gerente de agência bancária é sequestrado em Buriticupu

Gerente e a família dele foram feitas reféns por quase 12 horas.
Crime foi cometido por seis homens. Todo o dinheiro do banco foi levado.

(imagem de divulgação)
A polícia deu início às investigações para identificar o grupo responsável pelo sequestro do gerente do Banco do Brasil da cidade de Buriticupu. De acordo com informações policiais, seis homens encapuzados teriam, por volta das 21h de terça-feira (1º), abordado o gerente, no momento em que ele retornava para a sua residência localizada no centro da cidade. Na residência estava a esposa, filha e sobrinha do gerente. Eles foram feitos de reféns no local até às 10h de quarta-feira (2), horário de abertura da agência.

Todo o dinheiro do banco teria sido levado.
A Polícia já descobriu que três integrantes do grupo se dirigiram com o gerente, no próprio carro da vítima até o banco. O restante do bando se dirigiu com os outros integrantes da família à saída da cidade de Buriticupu. O carro do gerente foi deixado na cidade de Santa Inês.

O bancário desceu sozinho do veículo e retirou o dinheiro do cofre da agência. O trio junto com a vítima seguiu até a cidade de Santa Luzia, onde o gerente foi liberado. Ainda de acordo com informações policiais, assim que o gerente entregou o dinheiro, a família também foi liberada.
Após serem liberados, a família acionou a polícia que deu início imediatamente as diligências a fim de capturar os suspeitos. É o terceiro caso este ano do crime identificado como 'sapatinho'.

 Do G1 MA

Operação da Polícia Federal investiga deputado Waldir Maranhão

Pelo menos três deputados federais foram flagrados em ligações suspeitas com integrantes do esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos de fundos de pensão investigado na operação Miqueias, da Polícia Federal.

A PF solicitou que o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República abram investigação para apurar a possível participação de autoridades com foro privilegiado

Na terça-feira (1º), a Justiça Federal decidiu remeter a operação Miqueias ao Supremo, a quem cabe decidir se os deputados serão ou não investigados.

Segundo a decisão da Justiça, os deputados Waldir Maranhão (PP-MA) e Eduardo Gomes (PSDB-TO), "dentre outros", aparecem em conversas telefônicas com o doleiro suspeito de comandar o esquema que movimentou R$ 300 milhões em 18 meses. A PF também pediu investigação contra o deputado federal David Alcolumbre (DEM-AP), que admite ter falado com o doleiro apontado como um dos chefes do esquema dentro da Câmara dos Deputados.

Além das conversas telefônicas, a PF identificou valores lançados numa agenda do doleiro Fayed Traboulsi que levantou a suspeita de pagamentos de comissão. O nome do deputado Eduardo Gomes, atual secretário de esporte de Tocantins, aparece ao lado de valores, por exemplo.

Apesar de destacar que os deputados "em momento algum assumiram a posição de investigados" até o momento, a PF identificou provas "que apontam para o possível envolvimento desses parlamentares federais com os objetivos da organização investigada", nas palavras do desembargador Cândido Ribeiro. Por isso, ele determinou a remessa imediata das investigações ao STF.

A decisão do desembargador surpreendeu tanto a PF quanto o Ministério Público Federal, que apostavam no desmembramento da operação, ou seja, o envio apenas das informações sobre investigados que têm foro privilegiado.

Além dos dois deputados, há suspeita de participação de pelo menos um governador, cujo nome é mantido sob sigilo, prefeitos e até funcionários da Presidência da República e do Ministério da Previdência, estes já exonerados de seus cargos.

David Alcolumbre nega qualquer ilegalidade, mas admite que conversou com o doleiro "umas três vezes", entre elas na própria Câmara dos Deputados. "Conversei sobre política, sobre meu Estado e a relação com o Congresso. Não tenho relação nenhuma com o que a polícia investigou", disse o deputado, dizendo que um dos encontros foi no "cafezinho" da Câmara e outro na entrada do Congresso conhecida como "chapelaria".

Eduardo Gomes admitiu "conhecer socialmente" o doleiro há muitos anos, mas negou ter participado de qualquer atividade ilegal.

Gomes disse que Fayed o procurou e pediu indicação de prefeitos para oferecer fundos de investimentos. "Os prefeitos fizeram reunião com representantes da empresa de Fayed mas não fecharam nenhum negócio com ele. Eu não tinha nenhum tipo de desconfiança de que pudesse se tratar de uma atividade investigada por suspeita de ilegalidade", afirmou Gomes, que nega ter recebido qualquer valor para intermediar os encontros.

As investigações apontam que a quadrilha oferecia vantagens indevidas a prefeitos e gestores de previdências municipais para que eles investissem em fundos suspeitos, agora alvo da PF.

"De fato, variados diálogos interceptados indicam um estreito vinculo dos lideres da organização criminosa com prefeitos. Em vários áudios ficou evidente que o local onde funciona a Invista Investimentos e constantemente frequentado por gestores municipais", diz relatório da PF ao transcrever áudio no qual Eduardo Gomes fala com Fayed.

Na conversa, gravada em outubro de 2012, Gomes avisa que já está chegando e que o prefeito de uma cidade do interior de Tocantins está indo em outro carro. Eduardo diz que participou de reuniões para apresentar "dois ou três prefeitos", mas reitera que não fez nada irregular.
 
(Marciel Lima )