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Sampaio Corrêa vence o já rebaixado Rio Branco e entra no G-4

Divulgação
Agora é só empatar! A classificação para a segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série C está próxima do Sampaio Corrêa. A Bolívia Querida garante a vaga se conquistar um ponto diante do Fortaleza, na última rodada.
Porém, isso só foi possível graças ao grande jogo apresentado pelo clube maranhense, que conquistou uma importante vitória de 2 a 1 diante do já rebaixado Rio Branco-AC.

Apesar de enfrentar um time já eliminado, o Sampaio Corrêa respeitou o Rio Branco desde o início, mas não deixou de ir para cima.
O resultado poderia ser maior, mas uma bobeira no final do jogo, fez a diferença ficar de apenas um gol. Com o resultado, a Bolívia Querida não tem mais chances de ser rebaixado e assumiu a segunda colocação, onde soma 32 pontos, a dois do líder Santa Cruz e a um de ficar com a vaga.

Já o Rio Branco mostrou estar motivado. Uma possível “mala branca” não está descartada, pela raça que o time mostrou durante os 90 minutos.
Mas, assim como foi a competição inteira, o Estrelão saiu derrotado e confirmou a sua pior campanha na história, em competições nacionais ou mesmo regionais. O clube acreano terminou sua participação na última colocação com apenas seis pontos.

Kível perde pênalti, mas Eloir não!

O Estádio do Castelão está em festa e incorporado com esse clima, o Sampaio Corrêa começou na pressão. Logo no minuto inicial, Eloir arriscou o chute e Douglas já fez a primeira defesa. O meia voltou ao ataque, avançou, driblou dois jogadores, mas pecou na hora de finalizar e mandou para fora. Depois foi a vez de Leandro Kível. O atacante soltou a bomba e a bola tirou tinta da trave, antes de sair para a linha de fundo.

Aos 27 minutos, pênalti para o Sampaio Corrêa. Leandro kível foi derrubado na área e o árbitro, em cima, marcou. Na cobrança, o atacante chutou, mas Douglas fez a defesa. Quatro minutos depois, outra penalidade máxima para a Bolívia Querida, sofrida pelo meio-atacante Lucas. Eloir bateu forte, sem chances para o arqueiro do Estrelão, que nada pôde fazer.

O gol animou ainda a mais o Sampaio Corrêa, que foi em busca do segundo, ainda na primeira etapa. Aos 35 minutos, Eloir chutou e Douglas defendeu. Em seguida, Jonas cobrou falta com perigo e quase marcou para a Bolívia Querida. No final do embate, Arlindo Maracanã balançou as redes, de bola parada, mas o árbitro marcou falta de Paulo Sérgio em Paulinho.

Camisa 9 brilha e Estrelão diminui..

Mesmo na frente do placar, o Sampaio Corrêa continuou em cima do Rio Branco no segundo tempo. Aos três minutos. Eloir fez boa jogada e cruzou na medida para Lucas, que obrigou Douglas a fazer uma defesa espetacular. Em seguida, o meia-atacante lançou Tote. O lateral foi para cima e chutou forte, para a linha de fundo.

Aos seis minutos, enfim, o Rio Branco chegou. Giovani tentou, mas Rodrigo Ramos fez uma tranquila defesa. O Estrelão perdeu sua única chance de igualar o marcador, por outro lado, o Sampaio ampliou. Aos 20, Lucas fez linda jogada pela lado direito de campo e tocou para Leandro Kível, que dominou, tirou o goleiro Douglas da jogada e mandou para o fundo das redes.

O Sampaio Corrêa continuou no ataque e cansou de perder inúmeras chances de aumentar o placar. Por sua vez, o Rio Branco, em uma falha de Eloir, chegou ao gol inesperado. Aos 36 minutos, Ismael cruzou para Neto, que tocou na saída de Rodrigo Ramos, colocando fogo na partida.

Sem ter nada a perder, o técnico mandou o Rio Branco inteiro para o ataque, porém, não conseguiu furar o bloqueio do Sampaio, que se fechou e tentou matar o jogo nos contra-ataque. Em um deles, Lucas avançou bem, tirou o goleiro, mas chutou para fora, o que não impediu a boa vitória do time, para alegria dos torcedores, que lotaram o Estádio do Castelão.

Próximos jogos
Na próxima partida, o Sampaio Corrêa desafia o Fortaleza neste domingo, às 16h, no Estádio do Castelão, no Ceará. Já o Rio Branco fez sua última partida justamente contra a Bolívia Querida e se despede da Série C na lanterna.

Fonte: Da Redação com Futebol Interior

Rebelião em prisão do Maranhão deixa 13 mortos; feridos podem ser 30

Um motim motivado por um conflito entre grupos rivais no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, no Maranhão, deixou pelo menos 13 detentos mortos e cerca de 30 feridos na noite desta quarta-feira, segundo um comunicado do governo estadual.
O governo atribuiu o motim a uma disputa entre grupos rivais em uma das unidades do complexo penitenciário.
A disputa aconteceu depois que uma operação policial realizada esta semana terminou com a prisão de 16 integrantes de uma facção conhecida como "Bonde dos 40", a maior organização criminosa do estado, segundo o comunicado.
Os rivais do grupo desarticulado aparentemente aproveitaram seu enfraquecimento para um "acerto de contas" dentro do presídio.
O confronto aconteceu no começo da noite, quando os presos foram retirados do pavilhão para uma inspeção, pois a direção do complexo penitenciário recebeu informações de que aproximadamente 60 internos estavam escavando um túnel.
Os presos que incitaram a rebelião foram precisamente os que estavam na cela na qual foi descoberto o túnel.
Alguns familiares dos presos se dirigiram até o complexo para obter informações sobre o estado de seus parentes e entraram em confronto com a polícia após serem impedidos de se aproximar do local.
A situação foi controlada pela Polícia Militar do Maranhão, que realizou uma revista geral em todo o recinto, segundo o secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes.
No dia 1º de outubro, outros três presos foram assassinados na mesma penitenciária, um deles decapitado, em um motim provocado pela decisão da diretoria do presídio de transferir 18 internos.
O complexo penitenciário de Pedrinhas já foi cenário de vários motins, um deles, ocorrido em 2010, no qual morreram 20 pessoas.
com inforfações do portal terra

Sobe número de mortos e feridos em briga de facções em presídio no MA

Treze presos foram assassinados e outras 30 estão feridos.
Segundo secretário, 60 presos pretendiam sair da penitenciária por túnel.

Do G1 MA
Subiu para 13 o número de mortos na rebelião da Casa de Detenção (Cadet) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. A informação foi confirmada ao G1 pelo secretário de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), Aluísio Mendes.
"A rebelião foi contida pelos homens do Choque e do GTA. São 13 mortos e 30 feridos. Os agentes fazem, no momento (por volta das 23h), uma revista geral nas dependências da penitenciária", contou Mendes. Anteriormente, a Polícia Militar havia informado que o número de feridos era de 33.
Ainda segundo o secretário, a confusão foi motivada por uma briga entre facções criminosas e por causa da suspeita de um túnel no Bloco F, Pavilhão 2. Aproximadamente 60 presos pretendiam sair da penitenciária através de um túnel.
saiba mais
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"As mortes todas são em decorrência de brigas entre detentos de facções adversárias. O tumulto começou após a inteligência da SSP ter descoberto que 60 presos estavam cavando um túnel pelo qual pretendiam sair essa madrugada. Quando agentes penitenciários tentaram acessar a cela onde ficava o início do túnel, os presos se rebelaram tentando evitar a revista", explicou o secretário.
Familiares seguiram à Cadet em busca de informações dos presos no início da noite. O cabo Campos, da Polícia Militar, que estava no local, disse que houve um forte incêndio lá dentro, que foi apagado há pouco tempo (por volta das 23h30). Além disso, ele falou que o movimento de familiares era muito intenso no local, e, que houve princípio de confronto. Familiares jogaram pedras e outros objetos contra agentes penitenciários.
Familiares aguardavam na porta da Cadet por informações sobre presos. (Foto: César Hipólito/TV Mirante)Familiares estavam na porta da Cadet em busca de informações sobre presos
(Foto: César Hipólito/TV Mirante)
Com o motim desta quarta-feira (9), chegam a 16 o número de detentos mortos em São Luís somente no mês de outubro, em rebeliões. No dia 1º, a transferência de 18 presos que estavam na Centro de Custódia de Presos de Justiça (CCPJ) do Anil para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas provocou a morte de três presos. Um deles foi decaptado.
Na ocasião, dois presos foram levados para o Hospital Socorrão II com ferimentos, e um agente penitenciário também foi hospitalizado, após ser atingido com uma pedra na cabeça.