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Solidariedade: Advogada de Maringá monta mesa com quitutes para moradores de rua

A benfeitora prefere manter o anonimato, por entender que ação é um gesto de humanidade. Ação ocorre até a semana do Natal

 A mesa é farta. 
Tem quitutes para todos os gostos: bolo formigueiro, salgadinhos assados e fritos, biscoito recheado, frutas, sucos e refrigerante. Na parede, um cartaz explica: "Este é um carinho natalino para você que está sem condições de ter uma mesa posta! Sirva-se! Feliz Natal". A ação foi criada há dois dias por uma advogada de Maringá, no Noroeste do estado, que diz preferir manter o anonimato por entender que a atitude é um gesto de humanidade.
Em entrevista à reportagem da Gazeta do Povo, ela diz que não quer ser identificada por uma simples razão. “Eu só pretendia proporcionar um momento bonito às pessoas. Não faz sentido um gesto humano se tornar espetáculo”, enfatiza a advogada, que já foi catequista e é envolvida com projetos sociais no município
A mulher explica que o trabalho só foi possível graças à ajuda dos funcionários do escritório onde ela atua. Todos colocaram a mão no bolso e contribuíram. Pelo menos duas vezes ao dia, eles fazem a reposição dos alimentos. “Vi uma senhorinha parando. Tomou o lanche e seguiu. Senti vontade de chorar. A intenção se cumpriu”, comenta.
Na rua, a bonomia tem sido admirada. A mesa foi montada em frente a uma imobiliária. Silvio R. Iwata é um dos donos do local e conta que no primeiro dia, os moradores de rua ficaram receosos, mas, logo depois, se serviram.
“É um gesto fantástico. O que mais chama a atenção, é que os mendigos só pegam o que vão comer, não levam nada com eles. Param, comem e seguem”, afirma o empresário, que diz compreender o motivo da advogada não querer se expor. “Isso não deveria ser ovacionado, deveria fazer parte do cotidiano.”
Um pacote de guardanapos fica ao lado dos alimentos. Um pouco mais adiante, uma lata de lixo foi colocada para depositar os papéis usados. E o recipiente tem cumprido a função. Quem come, joga o lixo no lixo, garante Iwata.
Fonte: Gazeta do Povo

Fim dos tempos: No interior do Maranhão Irmãos que mantinham relacionamento matam a própria mãe

Antônio Abreu Santos  (Blog João Cardoso)
Antônio Abreu Santos
Moradores encontraram no inicio da noite de quinta-feira (12) o corpo da lavradora Maria Abreu dos Santos de 56 anos, assassinada possívelmente pelos dois filhos no povoado Sobradinho, município de Itapecuru-Mirim. 

A dona de casa estava há três dias desaparecida, o corpo foi encontrado após um morador da região ter avistado uma das mãos de Maria Abreu dos Santos do lado de fora de uma cova rasa.
 
Segundo informações da polícia, os filhos de Antônio Abreu Santos de 26 anos e a irmã, uma adolescente de 15 anos, planejaram a morte da mãe, após ela descobrir que os dois mantinham relações sexuais.

Ainda segundo a polícia, a lavradora ameaçou denunciar o filho caso ele não terminasse o relacionamento com a irmã. Com receio da prisão, e por vingança, Antônio Abreu Santos e sua irmã de 15 anos mataram a mãe, que foi enterrada perto de uma pedreira no povoado Sobradinho.

Antônio Abreu já foi preso e confessou o crime, revelando que a menor teria abortado anos passado um filho do casal.